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Quais são os elementos gerenciados pelo SPIP?

Novembro de 2012

Todas as versões desta matéria:


Criado originalmente para gerenciar o site uZine 2, o SPIP está naturalmente vocacionado para gerenciar um site do tipo webzine: como base, uma hierarquia de secções, e matérias contidas nessas seções. O sistema gerencia igualmente os fóruns e notas (por exemplo, clippings de imprensa...).

Vejamos em mais detalhes quais são os diferentes elementos levados em conta pelo SPIP, o que nos permitirá tornar mais claro o vocabulário usado a seguir.

1. A hierarquia das seções

Uma seção é um espaço destinado a conter matérias, notas... Nada é mais simples: podemos também chamar de pasta (como em seu computador: os seus documentos são organizados em pastas).

As seções podem existir umas dentro das outras, formando assim uma hierarquia. Uma seção pode estar dentro de outra seção, ou não estar vinculada a nenhuma outra, constituindo assim um ponto de entrada no site (nos referimos a estas como cabeça de seção ou como setor). A organização das seções umas dentro das outras constitui a estrutura do seu site e é à volta desta estrutura que os vários elementos do seu site (matérias, notas, sites sindicados...) serão organizados.

Abaixo, as seções 1 e 2 são setores (logicamente, estas seções definem os grandes «setores» temáticos do site).

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Bem simples. Abaixo, as seções 11, 12 e 13 estão dentro da seção 1. As seções 221 e 222 estão dentro da seção 22, e esta, por sua vez, dentro da seção 2.

Chama-se hierarquia ao caminho que leva a uma seção. Assim, a hierarquia da seção 221 é: seção 2, e depois a seção 22.

O gerenciamento da estrutura hierárquica é muito simples: basta indicar em qual seção se situa cada uma das seções (usando-se um simples menu dropdown).

image 292 x 121

O esquema acima mostra como se desloca uma seção: quando uma seção é deslocada, todas as subseções que ela contém a «seguem» ao seu novo local. Por exemplo, se deslocarmos a seção 22 para o interior da seção 12, as seções 221 e 222 a seguem (a seção 22 poderia igualmente ser colocada como cabeça de seção, ou no interior da seção 23, por exemplo). Em contrapartida, a interface gráfica impede de colocar a seção 22 no interior da seção 221, ou se obteria um loop que o sistema não saberia gerenciar.

Identificamos aqui a primeira grande limitação do SPIP: o SPIP só gerencia uma única estrutura, esta que acabamos de descrever. Em particular: - não é possível que uma seção pertença a duas seções diferentes (por exemplo, para um site de cinema, não se pode criar uma seção «Orson Welles» que se subordinaria simultaneamente a uma seção «Diretores» e a outra «Atores»); isto impede igualmente a criação de diversas hierarquias entrecruzadas;
-  SPIP não gerencia estruturas em loop (ou recursivas).

Estas limitações não se devem a dificuldades técnicas: o objetivo aqui foi o de conservar a simplicidade de uso, e especialmente a simplicidade da interface (criar uma interface para uma tal hierarquia é fácil, já que é de uso frequentemente; em contrapartida, gerenciar simultaneamente diversos níveis de hierarquia ou estruturas dem loop apresenta grandes problemas de ergonomia).

Pode-se anexar um forum individual a cada seção (ver mais à frente).

Vamos terminar esta parte sobre as seções explicando o princípio de seções ativas. Acontece frequentemente, ao se trabalhar no site, que seções estejam vazias, ou só contenham matérias ainda não publicadas (que estejam em preparação e portanto ainda não disponibilizadas publicamente). Imaginemos, por exemplo, que a seção 221 não contém nenhuma matéria publicada; é evidente que, se um visitante do site chegar a esta seção, se encontrará num impasse, uma seção qe não ne oferece rigorosamente nenhuma informação. É por isso que falamos de seções ativas: no site visitado pelo público, apenas as seções que contêm matérias publicadas (ou subseções que contenham matérias publicadas) são consideradas como ativas, sendo exibidas no site público. Este gerenciamento de seções ativas / não-ativas é automático, contudo, o webmaster deve estar consciente de que todas as seções criadas na área restrita do SPIP não aparecem forçosamente no site público.

2. As matérias

Com as matérias é ainda mais simples: uma matéria situa-se dentro de uma seção. Ponto. Isso se gerencia simplesmente por um menu dropdown.

Note que uma seção que contenha ela mesma subseções pode perfeitamente receber matérias.

O único detalhe das matérias e o seu status. Uma matéria pode estar:
-  em fase de redação: o seu (ou seus) autor(es) ainda está trabalhando nela, não aparecendo no site público, e o seu acesso é limitado na área restrita;
-  proposta para publicação: assim que o autor decide que a sua matéria está terminada, ele a submete ao comitê de redação (os administradores e ou outros autores) para que decidam se deve ou não ser publicada. A matéria ainda não está visivel publicamente, mas todos os participantes da área restrita a podem ver e são convidados a comentá-la num fórum vinculado a esta matéria;
-  publicada: a matéria está publicada no site público;
-  na lixeira: marcada como apagada pelo administrador e, portanto, não está mais visível;
-  recusada: a matéria não é publicada.

Este é o único conceito importante a se compreender sobre as matérias; todo o resto é muito simples e se gerencia pela interface Web.

Limitação: uma matéria só pode estar em uma única seção num dado momento (o mesmo problema de concepção que anteriormente).

Pode-se vincular um fórum a cada matéria (ver mais à frente).

3. As notas

A descrição mais simples para as notas, é o anglicismo news. São «matérias» de menor importância que as matérias verdadeiras, e não são assinadas. Em contrapartida, é muito simples incluir um link para uma matéria ou site. As notas são ideiais para montar um clipping de imprensa (mas nada impede que se use para outras finalidades).

As notas têm um gerenciamento mais sumário que as matérias:
-  as notas só podem estar vinculadas a setores, às cabeças de seção (no nosso exemplo, as notas corresponderiam às seções 1 e 2);
-  as notas não são assinadas e a sua publicação é muito simples: interface reduzida com validação em um clique.

Pode-se vincular um fórum a cada nota (abaixo).

4. Os fóruns de discussão

Os fóruns de discussão são gerenciados automaticamente pelo SPIP. Os fóruns de discussão são diretamente ligados ao conteúdo redacional do site: pode-se abrir um fórum independente para cada matéria, para cada seção e para cada nota.

Por padrão, os fóruns do SPIP são moderados à posteriori. Isto significa que cada mensagem enviada por um usuário do site é publicada de imediato. Em contrapartida, os administradores do site beneficiam-se de uma interface que lhes permite ler as últimas mensagens postadas na última semana e, se for o caso, excluí-las.

O administrador do site poderá decidir altera o comportamento dos fórums. Ele poderá escolher:
-  a ausência total de fóruns no seu site;
-  fóruns moderados à priori: as contribuições só aparecem depois de terem sido validadas por um administrador;
-  fórum por assinatura: os participantes devem previamente se inscrever e receber (automaticamente) por e-mail, um código que lhes permite participar.

As mensagens excluídas não são destruídas da base: elas são colocadas à parte, e exibem o endereço IP do autor, bem como a data e hora do envio. Em caso de problemas jurídicos (ou de um spammer maluco), é um recurso indispensável.

Mesmo com os fóruns ativos para o site, é possível, para cada matéria, cancelar localmente o uso de um fórum.

5. Os autores

O SPIP gerencia os autores do site de duas maneiras: por um lado, pela assinatura das matérias (nome público, gerenciamentodos endereços de e-mail, biografia...) e. por outro, o gerenciamento dos acessos à área restrita. Estes dois aspectos são gerenciados pela mesma interface (restrita aos administradores).

6. Os sites sindicados

Os sistemas de publicação automática (SPIP, phpNuke...) produzem automaticamente um arquivo padrão (em XML) indicando as publlicações mais recentes.

O SPIP permite recuperar esses arquivos pela rede, e os incluir em sua própria navegação. Pode-se ainda indicar, no seu site, listas das publicações mais recentes de outros sites. Sempre que esses sites forem atualizados, as novidades aparecem automaticamente em seu próprio site.

No SPIP, os sites sindicados são indicados nas seções (de modo a exibir, em paralelo às suas próprias matérias, as matérias tiradas de outros sites, com uma temática semelhante).

7. As petições

É possível anexar a qualquer matéria uma petição validade por e-mail. Alguns cliques permitem configurar a petição (convidando os usuários a «assinar» o respectivo texto).

O processo de assinatura faz automaticamente a validação por e-mail (uma mensagem é enviada ao signatário, indicando-lhe um URL onde «validará» a sua assinatura). Assim, consegue-se petições mais «confiáveis», já que cada assinatura corresponde exatamente a um endereço de e-mail existente.

8. As palavras-chave

É possível criar palavras-chave ligadas às matérias. Por exemplo, uma matéria poderá estar ligada às palavras-chave «França», «Política»... O uso das palavras-chave permite propor uma navegação entre matérias que tratam dos mesmos temas, publicadas em seções diferentes; particularmente, permite contornar a limitação do SPIP de que uma matéria só pode pertencer a uma única seção.


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